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  1. 01/05/2008

    Adeus porco

    Tá certo que o jogo foi 4 x 1, mas não tem como negar que os palmeirenses perderam diversas oportunidades. Mas todas elas, foram oportunidades para ficarem calados. Olha só quanta asneira:

    “O Sport não vai nos atacar”
    Essa pérola foi do Kléber, um atacante deles aí. Se você é fã do futebol ucraniano, deve conhecer. É um craque. A imprensa de lá diz que ele vai ser o próximo Mikhail Shtvoskyy, que claro, você também deve conhecer. Pois bem. Realmente, a gente só pensou em se defender. Só que ao estilo Telê, que dizia que a melhor defesa era o ataque. Dessa vez, não só o ataque, mas o massacre.

    “O jogo vai ser um treino de luxo”
    Já dizia Washington Olivetto: é possível mentir dizendo apenas a verdade. Não é que a imprensa paulista acertou? Afinal, não é todo dia que a gente chuta um saco de batata de de milhões de dólares. O pior de tudo é que depois de tomar um sacode desse, as piggys não puderam nem se esconder. Com aquela camisa fosfluorecente chi-quér-ri-ma? Impossível não chamar atenção. Bem feito. Foram imitar o uniforme do Salgueiro, apanharam feito o Salgueiro.

    “#%@$#%@!!!¨%$!”
    Isso aí foi cortesia de alguns imbecis preconceituosos, travestidos de torcedores do Palmeiras. Centenas de comentários deletados. Ofensas a mim, ao nosso time, e ao nosso querido Estado Imortal Imortal. Sobrou até pra o português, coitado, que apanhou na semântica e na gramática. Ainda TeVe genTe isCreVenDu assIm. Depois eu que sou o Emo. Ou o “Irmão do Rafinha” (essa foi boa, ri pra caramba).

    Só sei de uma coisa: da próxima vez que o Wanderley Loser-Burgo aterrissar em Recife, é melhor ele descer logo de quatro. Aí ele já vai se preparando. 4 x 1 ano passado, quando treinava a piabinha do Santos. 4 x 1 agora, com os dublês de Muppet Babies. De um jeito ou de outro, o porco quando enfrenta o Sport sempre termina no seu lugar de direito, que é a lama.

    A gente até que tenta dar uma forcinha. Expulsamos dois no Brasileirão passado. Outro no jogo de ida da Copa do Brasil. Mais outro no jogo de volta. Mas nunca dá certo. Pelo menos, os palmeirenses tem a desculpa de que o melhor jogador deles estava fora da partida de hoje: o Djalma Beltrami.

    Pois é. No dia em que o Valdívia chorou de verdade, o chovinista morreu na praia. Também, com tanto tubarão aqui em Boa Viagem já era de se esperar uma coisa dessa. E para homenagear o parmera no seu funeral, o seu hino: Defesa que ninguém passa? Hahahahahaha. Agora, falando sério, vamos cantar o hino do vencedor.

    Com o Sport Eternamente estarei
    Pois rubro-negras são
    As cores que abracei
    E o abraço, de tão forte,
    Não tem separação
    Pra mim, o meu Sport É religião
    A vida a gente vive
    Pra vencer Sport, Sport
    Uma razão para viver
    Treze de Maio,
    Mil novecentos e cinco
    Dia divino em que Guilherme de Aquino
    Reune, no Recife, ardentes seguidores
    Fundando esta nação de vencedores
    Que encanta, enobrece e dá prazer
    Sport, Sport
    Uma razão para viver
    Eterno símbolo de orgulho
    É o pavilhão
    De listras pretas e vermelhas,
    Com o Leão
    Erguendo, imponente, o imortal escudo
    Mostrando à gente que o Sport é tudo
    Que a vida tem de belo a oferecer
    Sport, Sport Uma razão para viver
    São gerações e corações
    Fazendo a história
    São campeões e emoções
    Tercendo a glória
    Do bravo Leão da Ilha, Sport obsessão
    Que faz bater mais forte o coração
    Torcida mais fiel não pode haver
    Sport, Sport Uma razão para viver
    Sport! Sport! Sport

  2. 29/04/2008

    Piggy

    Eu sabia que essa visita do porco à Casa da Barbie não ia dar certo...

  3. 29/04/2008

    Hora do Jantar




    Colaboração do leitor Marcelo Douglas. Mande a sua para blogdosport@globo.com

  4. 29/04/2008

    Últimas Notícias

    Na Casa da Barbie, o Palmeiras já iniciou a preparação para o jogo de amanhã.



    Pelo menos para tomar uma enfiada, eles já estão preparados.


    Agradecimentos especiais a William Vadauco

  5. 25/04/2008

    Todos os direitos reservados

    Defesa que ninguém passa? Magrão pegou tudo. Linha atacante de raça? Carlinhos Bala, o incansável. Torcida que canta e vibra? Espera só pra ver os 30.000 leões lá da Ilha, contra os 16.000 gatos pingados de ontem. Pra você ver como o Parque Antarctica é território nosso desde o ano passado: até o hino da porcalhada a gente conquistou. E já que é assim, dá pra fazer o que bem entender com ele. Usar como espera telefônica. Botar em carrinho de cd pirata na praia. Pode até transformar num funk. Você decide, afinal, o copyright é todo nosso.

    É bem verdade que só conquistamos o empate por pouco. O juizão lá é que deve ter ganho muito. No segundo tempo, de repente, não tinha mais falta pra gente. Não tinha cartão pro Palmeiras. Não tinha a mínima vergonha na cara. Mas uma coisa tinha de sobra: tempo pro time deles fazer um gol. 5 minutos de acréscimo foi uma piada. Talvez pelo jogo ter se passado mais ou menos na mesma hora da Grande Família, o homem do apito resolveu ter seu dia de Agustinho. Malandro por malandro, prefiro um que me roube uma gargalhada do que um que roube meu time.

    Mais uma vez parafraseando o hino deles, ou melhor, a nossa musiquinha recém-adquirida, tem o seguinte: “Que sabe ser brasileiro”. E o Valdívia? É justamente o oposto de ser brasileiro. Menos pelo óbvio fato dele ser chileno, e mais pela sua postura. Brasileiro que sabe ser brasileiro tem caráter. Joga feito homem. E para dar o exemplo patriótico-capitão-nascimentista, Bia, o padrasto do Sete Pele, fez questão de mostrar o trecho de outro hino para aquela boneca: “Se ergues da justiça a clava forte”. A clava forte veio em forma de cascudo. A justiça veio na expulsão, e convenhamos, no cascudo também.

    O cartão vermelho não alterou em nada o jogo. Desde a nossa outra visita a São Paulo, a gente já estava acostumado a jogar com dois a menos. Dessa vez, não foi diferente. 11 do Palmeiras mais o juiz, contra 11 da gente. Afinal, se Daniel Paulista consegue ser volante, zagueiro e meia ao mesmo tempo, devia contar pelo menos como dois.

    0 x 0 foi um mal resultado. Agora é levantar a cabeça, e partir pro próximo jogo. E quando falo levantar a cabeça, é falando com você, hein, Roger? Nada de ficar olhando pra bola o tempo todo. Foi só o Leandro “Ozzy Osbourne” Machado entrar em campo pra melhorar a qualidade do ataque. E pra confirmar que não são apenas as semelhanças físicas com o astro do Rock, nem precisa comer um morcego. Um porquinho já está de bom tamanho.

  6. 17/04/2008

    De novo

    O campeonato pernambucano está parecendo TV a cabo. Só tem reprise. Nem Caverna do Dragão conseguiu a façanha de repetir tantos episódios. Só que, do mesmo jeito que o desenho, é sempre legal ver o Sport ser campeão pela bilionésima vez. Ainda tem gente que chora de emoção, feito em final de novela, que também é tudo igual. Outros, choram pelo costume mesmo. Dizem que antigamente, o uniforme da Barbie era vermelho. Mas de tanto lavar com lágrimas, sucumbiu ao lado rosa da força.

    Todo mundo já sabia que o Sport ia ser campeão. A torcida do Santa, só falava em tri-tri-tri no começo do ano. Nos aflitos, não tinha tri-tri-tri, mas tinha o habitual ti-ti-ti das fofocas de salão de beleza. E não é que esse salão deles é bom? A gente foi lá, e fez barba, cabelo e bigode. Ganhou o clássico, fez o chororô e acabou com todas as chances da alvi-rosada. E ali, todo mundo viu que não tinha pra ninguém. Só pra gente, claro.

    Os quenianos que se cuidem. De tanto dar volta olímpica, nosso time já está voando baixo. Mas o que a gente quer mesmo é voar mais alto. Lá pra São Paulo, visitar nossos fregueses Luxemburgo e Palmeiras. Aprender com os paulistas a ficar falando meu, meu, meu. Meu time classificou. Meu time calou o Parque Antarctica. Meu time fez o Valdivia chorar de verdade. Nesse ponto, o pobre chileno está perdido. Se já apanhou de Bia, que tinha nome de menina e tudo, imagina quanto tiver que lidar com aquele de muitos nomes? O pai do Santangoss. O arauto do apocalipse. Ele, que carrega o sobrenome de Goiás, mas foi forjado nas profundezas do inferno. Sandro “O Exterminador” Goiano. Não quero nem ver. Quer dizer, até queria, mas como o jogo é quinta, não deve passar na TV.

    Se os três porquinhos já sofreram com um lobo mixuruca, quero só ver como um porco só vai se virar contra um leão. Dessa vez, casinha de tijolo não vai funcionar. Nem se for com Cimento Nassau, patrocinador da gente (gostou? Primeiro texto com merchandising gratuito e explícito). Mas o que vai ficar de graça mesmo por aqui, é se o Palmeiras perder de pouco.

  7. 15/04/2008

    O pinto e o elefante

    Um pintinho e um elefante foram os únicos sobreviventes de uma enchente na floresta. Há meses sem nenhum contato com outros animais da mesma espécie, os dois começaram a ficar preocupados.

    - Pintinho, tô na maior seca.
    - Como assim? Água é o que não falta depois dessa enchente.
    - Não é isso. Tô necessitado daquela coisa que a gente nunca diz exatamente o que é a coisa, mas todo mundo sabe que é aquilo.
    - Ahh, tá. Pena que a última elefoa já afundou faz tempo. Quem manda ser pesada?
    - Só tem um jeito, pintinho. A gente vai ter que se virar nós dois mesmo.
    - Sai daê, seu Jotalhão alvirrubro. Eu que não vou me virar pra ninguém.
    - Que é isso, cara. Não tava pensando nisso.
    - Ah, bem.
    - A gente tira na porrinha, pra ver quem fica é passivo e quem é ativo.
    - Na porrinha? Não tinha um nome com mais duplo sentido que esse?
    - Pode ser tarimba.
    - Ah, não vem você com essa piada de 80 anos atrás. Só tendo memória de elefante pra lembrar.
    - Poxa, pintinho...
    - Tá bom, vamo no par ou ímpar mesmo. Só porque eu também preciso muito afogar o ganso.
    - Ixi, esse aí já se afogou faz tempo. Olha um ali bóiando.
    - Você não cansa de fazer piada cretina não? Qual vai ser a próxima? A do pinto russo, que pia piovsk! Ou do pinto japonês, que pia pong!?
    - Você não tem senso de humor. Deve ser trauma só porque sua mãe era uma galinha.
    - Pior era a sua, aquela véia gorda. Era tão gorda, mas tão gorda, que teve que ser batizada no SeaWorld, junto com a Willy.
    - Tá f**dido, seu pintinho metido a Zorba.
    - Isso se eu perder no par ou ímpar. Senão, o f**dido é você.
    - Par.
    - Ímpar.
    - Deu ímpar, pintinho. Te prepara.
    - Peraí. Você botou dois e eu botei nove.
    - Tá querendo me enrolar? Você não tem dedos.
    - Droga, por que eu não botei um?
    - Agora se prepara.
    - Peraí, elefante, vamo conversar.
    - Sem essa de preliminar com “eu te amo” no final, pintinho. Sou homem. Ou melhor: elefante.
    - Não foi bem isso que eu quis dizer.
    - Agora é tarde. Baixa as calças!
    - Que calça? Você é um elefante ou uma anta?
    - Ah, é? Tá de gracinha? Agora que não vou aliviar. Toma!
    - Aaaaai! Aiiii! Aiii!
    - Isso é pra você aprender!
    - Aiiii! Aii! As bolinhas! As bolinhas!
    - Cacete, as bolinhas? Tá de onda comigo.
    - As boliiiiinhas!!! As boliiinhas!
    - Então vai ser com bola e tudo. Toma!
    - As bolinhas! As bolinhas! As bolinhas dos meus olhos pularam...


    Achou a piada longa e sem graça no final? Pois é, me inspirei num certo campeonato, que há longos 3 anos, não tem a mínima graça. E do mesmo jeito que o elefante e o pintinho estavam na seca, tem gente que vive no maior rato de títulos. Ou seria timbu?

  8. 11/04/2008

    Prendam-nos. Capturem-nos.

    - Todos de pé.

    O anúncio do guarda avisa da chegada do juiz. Não de futebol, juiz de direito mesmo. O magistrado senta, e o julgamento tem início.

    De um lado, o advogado de acusação, representando o time rosa da rosa e silva, faz sua explanação:

    - Meritíssimo, olha só… tipo assim… o senhor, um juiz tão bonito, jovial, não pode se deixar levar por argumentos, basta olhar os fatos. Os acusados têm, dia após dia, causado danos ao meio ambiente e aos lindos animaizinhos do planeta terra, como nós, uma espécie rara de catitas rosadas. Eles meteram 8 pedras no jumento de serra talhada, e na última quarta-feira, mataram um jacaré do papo amarelo. Acredita, meritíssimo? Eu fiquei begeee, fiquei púrpuraa… cho-ca-da!!! Pra você ter idéia, Merí, o jacaré do papo amarelo está em extinção. Que criatura de Deus tem coragem de bater num bichinho tão lindo… se bem que com o couro dele eu fazia uma bolsa e uma bota fashion, e ia abalar na Metrópole… mas isso não vem ao caso.

    O juiz responde, se dirigindo aos réus, todos jogadores do Sport, ao lado do treinador Nelsinho Batista, e a confusão toma conta do tribunal:

    Juiz: Os réus têm algo para fizer em sua defesa?

    Enilton: Aquela placa de trás do gol me agrediu duas vezes e ninguém disse nada.

    Sandro Goiano: Grrrrrrr!!! Grrrrrrrr!!!

    Advogado rosa: Tá vendo merítissimozinho, ainda assumem. Estou pas-sa-da!

    Juiz: E sobre o atentado que estão armando para acabar com o único verde que resta em são Paulo?

    Sandro Goiano: Grrrrrrr!!! Grrrrrrrr!!!

    Nelsinho: É verdade. Vamos acabar com o verde. Nada de palmeiras! E vamos botar bala no meio. O aquecimento global será por conta da nossa torcida. E o resto é com a gente.

    Sandro Goiano: Grrrrrrrrrrrrrr!!!!!!

    Advogado rosa: Merê, faça alguma coisa!!! Chamem o greenpeace… Prendam-nos! Até bala os meliantes vão usar… Capturem-nos! Meritíssimo, você não vai dizer nada? Merê???

    Quando, de repente, o juiz dá a sua sentença, e o resto do tribunal se manifesta.

    Juiz: Pelo Sport nadaaaaaaaaaaa????

    Banco dos réus, júri e platéia: Tudoooo!!!!!

    Mais um texto do Mateus Barbosa, que vai fazer inveja a muita gente, daqui a 2 semanas, quando estiver no Parque Antarctica, vendo o Sport dar outra lapada no Palmeiras.

  9. 11/04/2008

    Premonição

    Pelo visto, nem o globoesporte.com tá acreditando na Barbie.

    http://globoesporte.globo.com/ESP/Home/0,,4278,00.html

    Dica do Hugo Daher

  10. 10/04/2008

    Considerações

    Primeiramente, à nossa grande torcida, claro. Gostaria de pedir desculpas a vocês. Não comentei a rodada passada do Pernambucano por falta de tempo. E também porque é uma mera repetição do que acontece há uns 60 anos. A Barbie fica se gabando de um hexa fajuto (6 x 1), e a gente, de tri em tri, está anos-luz à frente no campeonato. Nesse, e em milhares de outros que já passaram.

    Segundamente, queria exaltar a homenagem do elenco rubro-negro aos Mamonas Assassinas. Ontem, em ritmo de brincadeira, como a saudosa banda, a Brasília Amarela estava de porteiras abertas, pra mó da gente golear. 4 x 1. E nem precisou ficar pelado em Santos. No máximo, o futebol dos fandangos, ops, candangos, lembrava um pouquinho o de uma pelada. Continuando o revival dos anos 90, mais uma canção dos Mamonas: O Mundo Animal. Agora, em versão remixada, com a introdução de mais um verso: “no mundo animal, ixeste muita putaria. Por exemplo, os leões: que comem o jacaré duas vezes e a barbie de dia”.

    Terceiramente, gostaria de... eita. Melhor não falar muito em terceiramente, senão o pessoal do Santinha pode ficar com raiva de mim. O jeito é pular para o próximo parágrafo.

    Quartamente, putz. Eu estava aqui escrevendo meu blog em paz, aí vejo que a CBF vai inventar uma quarta divisão. Só pra me atrapalhar. Agora não vou mais poder escrever quartamente por causa do Santa de novo. Se eles quase caíam pra segundona do pernambucano, a quarta divisão já é certa. Série D. Já pensou? Será que Ricardo Teixeira se inspirou em Elifoot? (tá bom, eu tô ficando velho). Se for o caso, aqui vai uma dica pro Fito Neves: aperta sempre Alt+F3. É a melhor formação. Foi assim que consegui levar o time lá do prédio que eu criei ao octacampeonato.



    Quintamente, posso dizer que fiquei impressionado com a criatividade do jogador brasileiro. Depois do badalado chororô, Enilton inova no futebol com sua comemoração “Corrida de Obstáculos, modalidade Jaca Madura”. O primeiro estilo multi-uso. Pode passar tanto nos gols do Fantástico, quanto nas Video-Cassetadas do Faustão. O pior é que já ouvi alguns boatos sobre uma possível resposta dos alvirrubros. Geraldo, Kuki e Wellington já ensaiam uma imitação: o estilo “Escorrega no Quiabo”.

    Sextamente, buáááááááááááááááááááá. Só pra mostrar que essa história de hexa sempre vem acompanhada de bastante chororô.

Pedro Lazera, pernambucano, 22 anos, solteiro (que Marília não veja isso), jura que é publicitário, passou pelas agências Gruponove e Studiodois. Atualmente é Redator da Aliança Comunicação. Sua primeira palavra em vida foi cazá-cazá. A segunda, campeão.

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